Françoise Forton revela motivo de ter mudado sua alimentação

Françoise Forton (Globo/João Cotta)

Animada para participar do ‘Super Chef Celebridade’, no ‘Mais Você’, Françoise Forton contou, durante a coletiva de ontem (14), nos Estúdios Globo, que mudou completamente sua alimentação depois de ter um câncer em 1989.

Eu tenho uma certa dieta. Onde eu vou, eu levo comida, seja para o teatro, para fazer novela. Mas agora eu quero provar tudo. Mas é mais fácil pra mim já que eu estou me tratando sem precisar da alopatia, homeopatia, com todo respeito”, disse a atriz, que ressaltou o motivo da mudança. “Eu tive um câncer, a minha alimentação mudou toda e eu comecei a me tratar pela alimentação. Então a minha comida é muito leve, grelhado, um ensopadinho. Eu estou muito curiosa de aprender a saborear, saber essa combinação para fazer uma boa comida”.

Intimidade com a Cozinha

Ao longo da vida, Françoise confessa que nunca teve muita intimidade na cozinha. “Eu comecei a perceber a cozinha quando minha mãe sofreu um acidente e algumas coisas eu tinha que fazer, mas a minha primeira salada virou uma sopa de alface”, brinca.

Mas eu fazia muito pouca coisa e eu comecei a trabalhar muito cedo. Com oito anos eu já comecei a fazer teatro e trabalhava muito. Então eu não tenho essa dinâmica de todo dia na cozinha. Mas eu vou contar um segredo pra vocês. No Natal eu faço tudo. O Peru no saco, que eu copiei da Ana Maria Braga”, diverte-se a atriz, que no Natal faz questão de preparar a rabanada.  “Eu faço três vezes mais rabanadas do que o necessário. Mas toda a família leva pra casa. Meu filho, meu sogro, todos os porteiros, todas as pessoas a minha volta”, lembra.

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Momento difícil

François descobriu o câncer no colo do útero em 1989, quando fazia a novela Tieta. “Fiz a operação dois dias antes do meu aniversário, e, em todo dia 6 de julho, sento, me recolho, agradeço a Deus por estar aqui e comemoro”, contou a atriz em entrevista à revista Quem em 2013, depois de ficar curada.

Durante muito tempo, a artista evitou o assunto, mas hoje fala abertamente: “Descobri que era importante alertar as pessoas. Nunca tive nenhum sintoma e teria morrido sem saber. A gente não pode estar na vida a passeio. Depois do que vivi, a escala de valores da vida passou a ter outra proporção. Participo de todas as campanhas para que me chamam”, disse.

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Colaborou: Núcia Ferreira

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