Nas últimas semanas, a saída de Matheus Ribeiro, conhecido por ter sido o primeiro âncora gay assumido a ocupar a bancada do ‘Jornal Nacional’, da TV Anhanguera, afiliada da Globo em Goiás, pegou todos de surpresa. Mesmo tendo sido promovido ao cargo fixo de apresentador do principal jornalístico do país, inúmeros motivos contribuíram para que ele tomasse a decisão, incluindo perseguição nos bastidores da casa e o corte sem explicação no seu salário em mais da metade do proposto na cláusula contratual.
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Não demorou muito e, após sua saída da Platinada, ele foi contratado pela afiliada da Record em Brasília para se tornar âncora do principal informativo da emissora. No entanto, com a chegada do nome, a demissão de Luiz Carlos Braga, contratado da rede há mais de dez anos, motivou a revolta dos jornalistas. Não demorou muito e, os profissionais escreveram uma carta de repúdio sobre a chegada do novo nome, destacando a única relevância do apresentador em torno da sua orientação sexual.
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O texto, no entanto, não chegou no alto escalão da Record de Brasília, visto que os jornalistas temeram sofrer com medidas drásticas movidas pelos diretores, mas consideraram as demissões recentes na casa como arbitrárias, visto que os recém-demitidos nos últimos meses, ao manifestarem insatisfação com o rumo que o canal estava tomando, foram dispensados do quadro de funcionários.
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De acordo com informações do portal Notícias da TV, Matheus Ribeiro, novo contratado da Record, confessou o desconforto para comentar algo que não possui conhecimento. A emissora, em seu veredito, alega que os diretores não receberam a carta de repúdio ao novo recrutamento.