Ano passado, Adriane Galisteu desfilou com dois chifres na cabeça. Muita gente achou estranhíssimo. Mas ela não estava nem aí, informa a coluna Retratos da Vida do jornal Extra. “Acho que carnaval você tem que vir fantasiado, mesmo todo mundo tomando um susto. As pessoas esperam uma rainha de bateria de biquíni, pena e pluma. Não tenho nada contra, mas eu não sou assim”, disse a apresentadora pouco antes de ser fotografada por Fernando Torquatto para a série “Rainhas do samba”.
Este ano, quando pisa pela 14 vez na Sapucaí como rainha de bateria, Galisteu virá à frente dos ritmistas da Unidos da Tijuca fantasiada de sol. A loura aproveitou o bate-papo com a coluna para criticar a quantidade de regras do carnaval. “A gente está perdendo um pouco a essência da festa. É um tal de não pode isso, não pode aquilo. A Beija-Flor, por exemplo, é tão perfeita… Acho que a gente tem que tomar um pouco de cuidado em relação a isso”, disse.
Galisteu não disfarça que está vivendo uma paixão com a sua atual escola: “O que mais me emociona na Tijuca é ver o chão. Ninguém vem andando, as pessoas vem quicando, pulando… isso emociona”. Sobre as outras rainhas, Adriane se rasga em elogios para a colega da Imperatriz Leopoldinense. “A Brunet, sim, é uma rainha de bateria. Ela conta uma história na Avenida. Não consigo sair da Sapucaí sem vê-la desfilar”.