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Dan Stulbach se emociona com Jô Soares

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Wandreza Fernandes
Editora chefe do Área VIP e redatora web há 15 anos. Especialista em Famosos, TV, Reality shows e especialmente em Novelas.

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 Globo/Ricardo Martins
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“Extraordinário ator e apresentador” são as palavras usadas por Jô Soares para definir Dan Stulbach. Frase que leva o paulista às lágrimas antes mesmo de se sentar ao lado do Gordo no ‘Programa do Jô’ desta quinta-feira, dia 27. Ele, ainda emocionado, pede desculpas pelo choro contido: “É que nunca imaginei que você iria me apresentar desse jeito. Sabe, batalhei tanto na vida para isso e é o que vou guardar para sempre”. “Não falei nada que eu não sentisse de verdade”, diz o apresentador ao reforçar a admiração por Stulbach. Prestes a lançar o filme “O Vendedor de Sonhos”, Dan se considera um “bicho de teatro” e está em cartaz com a peça “Morte Acidental de um Anarquista”. Para ele, mais do que outros formatos, tanto o teatro quanto o rádio são dois lugares onde a imaginação mais flui, onde tudo é possível. Além da atuação, outra paixão em sua vida é o futebol. Entre os palcos e a bancada, o torcedor do Corinthians também participa como apresentador do programa “Bola da Vez”, na ESPN.

E amanhã, dia 28, Jô conversa com grandes estrelas do Nordeste do Brasil. Eles, de Pernambuco; ela, da Paraíba. Pelas estradas do país, somam 20 anos da primeira vez em que tocaram juntos, no primeiro “O Grande Encontro” de suas carreiras, ainda também com a participação de Zé Ramalho. Geraldo Azevedo, Elba Ramalho e Alceu Valença relembram histórias e celebram o retorno de suas vozes e composições em “O Grande Encontro: 20 anos”.

Mesmo que só tenham se reunido em 1996, os três já haviam se conhecido em outras ocasiões, como narra Elba: “Eu fui para o Rio e comecei a frequentar o Baixo Leblon porque queria conhecer o diretor Luiz Mendonça. Por lá, conheci Alceu. Depois, no segundo espetáculo que estreei na companhia de Luiz, o Geraldo era o diretor musical”. Mas foi só ao subirem no palco durante uma apresentação de Azevedo com Zé Ramalho que perceberam efetivamente a química musical entre o quarteto. Além da música, o cinema também é elemento comum entre os três. O pai de Elba era dono de cinemas na Paraíba; a barba usada por Geraldo até hoje é resquício do personagem Severino, do longa-metragem “A Noite do Espatalho”, de 1974; e, neste ano, Alceu lançou o filme “A Luneta do Tempo”, muito elogiado por Jô ao longo da entrevista. O trio também escolhe algumas canções para cantar na noite, como “Anunciação” e “Frevo Mulher”.

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O ‘Programa do Jô’ vai ao ar de segunda a sexta-feira, logo após o ‘Jornal da Globo’.

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Wandreza Fernandes
Editora chefe do Área VIP e redatora web há 15 anos. Especialista em Famosos, TV, Reality shows e especialmente em Novelas.

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